Ministro da Saúde avisa a interlocutores só sairá do cargo se for demitido. Confira outras informações na coluna JPM desta quarta-feira(25)

SEM PROBLEMAS

Hoje pela manha, tentando demonstrar tranquilidade,  e após ser alvo de panelaços pelo País durante vários dias seguidos e fazer um pronunciamento criticando o isolamento da população durante a pandemia do novo coronavírus,  Bolsonaro afirmou não estar preocupado com popularidade.

CAIADO BRAVO

Outro governante que está na bronca é  o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM),. Ele afirmou nesta quarta-feira (25) que as decisões federais na área de saúde não alcançarão o Estado de Goiás. Nesta manhã, Bolsonaro voltou a criticar a recomendação de governantes pelo confinamento total das pessoas e defendeu que apenas pessoas no grupo de risco do novo coronavírus fiquem em casa.

ENTREVISTA

“Quero deixar claro com muita tranquilidade, mas com autoridade de governador e o juramento de médico, que as decisões do presidente da República na área de saúde em relação ao coronavírus não alcançarão o Estado de Goiás”, afirmou em entrevista coletiva transmitida ao vivo pelas redes sociais.

SENADO EM AÇÃO

O Senado Federal se mobiliza para elevar de R$ 200 para R$ 350 a renda mínima que será concedida pelo governo aos trabalhadores informais enfrentarem a crise econômica provocada pela pandemia da covid-19.A mudança elevaria em 75% o custo da bolsa emergencial que será concedida aos trabalhadores autônomos, passando de R$ 15 bilhões para R$ 26,6 bilhões.

 

 

PROPOSTA

A Câmara recebe as primeiras propostas de redução temporária de salário dos servidores públicos. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pretende intensificar a discussão sobre o assunto até a próxima semana. Há pelo menos dois textos prontos e um em processo final de elaboração.

ECONOMIA

As contas externas do Brasil registraram déficit de US$ 15,8 bilhões no primeiro bimestre deste ano, com aumento de 27,5% na comparação com o mesmo mês de 2019, informou o Banco Central (BC) nesta quarta-feira, 25. Foi o maior rombo para o período desde 2015, ou seja, em cinco anos. Mesmo assim, esse valor ainda não leva em conta os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia.

ANOTE

Cientistas políticos começam a projetar consequências dos fatos deste ano no comportamento dos eleitores: 1ª) a percepção mais clara da distância entre o que é dito nas campanhas, o que a lei manda e os governos podem fazer; 2ª) o populismo e bom mocismo dos candidatos levam a nada.