PAUTA LEVE: Clima no Congresso Nacional já é de expectativa pelo recesso. Confira outras informações na coluna JPM desta sexta-feira (29)

PARLAMENTO ESVAZIADO

Apesar do clima de quase folga, o presidente do Senado Federal , Davi Alcolumbre, espera  aprovar na próxima semana o orçamento do ano que vem e encerrar os trabalhos de 2019 em 17 de dezembro.No entanto, até lá, não há muito o que se discutir nos plenários, já que as principais matérias, como as propostas relacionadas a prisão após a condenação em segunda instância ou a PEC paralela da reforma da Previdência, ainda precisam passar por longos debates em comissões.Se o Congresso de fato conseguir votar o orçamento em 17 de dezembro, deputados e senadores saem de férias e retomam o trabalho apenas em fevereiro.

COBRANÇA DE ALCOLUMBRE

A tendência é que o parlamento fique cada vez mais esvaziado, com deputados e senadores vindo a Brasília apenas em situações específicas. Alcolumbre acredita no comprometimento dos colegas para concluir a análise dos vetos e abrir espaço para votação do orçamento já na semana que vem. “Vai ter o quórum. Os líderes vão convocar os seus liderados para a gente deliberar, porque a gente precisa votar os vetos, as pautas, os PLNs e o orçamento. A gente queria resolver isso com 20, 30 dias de antecedência. Infelizmente, como é feito todo ano, nós amos resolver na última semana”, criticou.

PREVISÃO

Já no próximo ano, considerado extremamente eleitoral,  a presença dos parlamentares em Brasília tende a diminuir com a proximidade do pleito, marcado para outubro. Por isso, seria tão importante usar todo o tempo disponível para avançar com propostas que demandam discussões mais complexas, como reformas e mudanças constitucionais.

POSSIBILIDADE

A coluna acompanha a tentativa do Congresso no sentido de animar o funcionalismo com a possibilidade de inclui um bônus especial na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) emergencial, enviada pelo Executivo, que tramita no Senado. O projeto cria uma espécie de participação nos lucros para servidores quando houver receita extra nos cofres da União.

EXCELÊNCIAS SEGURAS

A desigualdade social continua sendo um grande problema no pais.A situação de segurança pública está resolvida para uma pequena e privilegiada parcela dos brasileiros. São os deputados federais que rejeitaram, esta semana, a apreciação em regime de urgência dos projetos anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro. Suas Excelências têm segurança pessoal paga com dinheiro do nosso bolso e nem se preocupam.setor público consolidado,

AÇÃO DA PF

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (29/11), uma nova fase da Operação Appius para cumprir mandados de busca e apreensão em dois escritórios de advocacia de São Paulo e de Brasília integrados por investigados. A primeira etapa da investigação foi desencadeada no último dia 7 para investigar supostas propinas pagas pela empreiteira Camargo Corrêa a agentes públicos com o objetivo de suspender e anular a Operação Castelo de Areia.

CUNHA PRESO

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso em habeas corpus que buscava a liberdade ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ). O ex-deputado está preso preventivamente desde 2016 em desdobramento da Operação Lava Jato que apurou o recebimento de propina para a liberação de recursos da Caixa.

 ECONOMIA

Estados e os municípios, registraram  superávit primário de R$ 9,444 bilhões, em outubro. As estatísticas fiscais foram divulgadas hoje (29) pelo Banco Central (BC). Esse é o maior resultado para o mês desde outubro de 2016, quando o superávit primário chegou a R$ 39,589 bilhões.O resultado primário é formado pelas despesas menos as receitas, sem considerar os gastos com juros. Em outubro de 2018, também houve superávit: R$ 7,798 bilhões.

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