Nobel de Economia premia estudos sobre pobreza

Segundo a Academia Real de Ciências da Suécia, os três economistas “introduziram uma nova abordagem para obter respostas confiáveis sobre os melhores modos de se combater” a pobreza.

 De acordo com a entidade, em duas décadas, as pesquisas de Banerjee, Duflo e Kremer “transformaram a economia do desenvolvimento, que se tornou agora um fértil campo de estudos”.

Banerjee, nascido na Índia, e Duflo, que também tem nacionalidade francesa, são professores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), enquanto Kremer dá aulas em Harvard. Duflo, 46 anos, é também a segunda mulher na história a conquistar o Nobel de Economia e a pessoa mais jovem a ganhar o prêmio.

A honraria tem o nome oficial de Prêmio de Ciências Econômicas do Banco da Suécia em Memória de Alfred Nobel e não fazia parte dos planos originais do criador do Nobel, mas hoje integra o calendário de premiações. Os vencedores dividirão uma cifra de 9 milhões de coroas suecas, o equivalente a cerca de R$ 3,7 milhões.

A edição 2019 do Nobel também premiou o britânico Peter Ratcliffe e os americanos William Kailin e Gregg Semenza (Medicina); o canadense James Peebles e os suíços Michel Mayor e Didier Queloz (Física); o alemão John Goodenough, o britânico Michael Stanley Whittingham e o japonês Akira Yoshino (Química); a polonesa Olga Tokarczuk e o austríaco Peter Handke (Literatura); e o primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed (Paz).

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