PAULO GUEDES : Acordos políticos estão sendo feitos e não há crise política. Confira outras informações na coluna JPM desta quinta-feira(10)

NOVA POLÍTICA

Em evento na capital paulista, o ministro da Economia, Paulo Guedes disse hoje que, ao contrário do que tem sido dito, de que há uma crise política, acordos políticos estão sendo feitos. “Nasceu uma nova política, extraordinariamente republicana”, disse o ministro durante o Fórum de Investimentos Brasil 2019,

 COSTURA

“Acordos políticos estão sendo costurados em bases orgânicas”, afirmou Guedes. O ministro ressaltou que o Senado demorou “um pouco mais” para votar a Previdência, “mas está trazendo entes federativos” para as medidas que alteram as aposentadorias.

CONTROLE

“Estamos com o crescimento subindo, a inflação descendo e retomando provavelmente agora um longo ciclo de crescimento. Em um momento em que o mundo sincronizadamente desacelera, entrando em uma clínica de reabilitação após um período de excessos, o Brasil está saindo da clínica de reabilitação”, afirmou o ministro durante a abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2019, em São Paulo.

DEFESA DE BOLSONARO

Na manha desta quinta, o  presidente Jair Bolsonaro voltou a defender  que a Amazônia é patrimônio do Brasil. “Amazônia é patrimônio do Brasil, não é pulmão do mundo. O que queremos para Estado do Amazonas e para floresta é explorar de forma sustentável”, disse Bolsonaro, durante o Fórum de Investimentos Brasil 2019.

 “Queremos que com o que ela (a floresta) tem de bom sirva para nós e para a humanidade. Queremos preservar meio ambiente e casá-lo com progresso. A Amazônia pode ser explorada por todos nós”.  O  presidente  chegou a convidar  os investidores a conhecerem a Amazônia. “Vocês não serão queimados.”

CASTIGO

O comando do PSL decidiu  punir os parlamentares que, de alguma forma, adotaram atitude considerada infiel à sigla. A decisão foi tomada em meio ao embate entre Bolsonaro, que é integrante da sigla, e o presidente do partido, Luciano Bivar

NOVIDADE DE FHC

No quarto e último volume da série Diários da Presidência, que chega às livrarias no dia 25, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso revela bastidores dos dois últimos anos de seu mandato e no delicado período da transição para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, após a derrota em 2002 do tucano José Serra na eleição presidencial

NA MIRA

Nos bastidores são fortes os comentários dando conta de que Procuradores discutem  o que poderia ser uma “saída honrosa” para Deltan Dallagnol da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.  A ideia seria promovê-lo ao cargo de procurador regional, para atuar na segunda instância do Ministério Público Federal, o que o afastaria da operação. Para isso acontecer, porém, Dallagnol precisa se candidatar à vaga.

FAROESTE CHIQUE

Já é do conhecimento público, que  o ex-PGR Rodrigo Janot tem circulado com escolta de dois discretos agentes federais armados. O desafeto Gilmar Mendes, ministro do STF, também reforçou a segurança

DIVISA DE BILHÕES

Novo critério para repartir 11 bilhões de reais favorece regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, enquanto regra anterior beneficiava Nordeste e Norte. Texto segue agora para o Senado. A aprovação ocorre após semanas de disputas entre governadores e ameaças à aprovação da reforma da Previdência no Senado.O megaleilão do pré-sal, agendado para 6 de novembro

FINALMENTE

O plenário do Senado realiza, nesta quinta-feira, 10, a primeira sessão de discussão do segundo turno da reforma da Previdência. Isso abre caminho para que o texto seja votado pelos senadores. A votação do segundo turno está programada para o próximo dia 22, após uma sequência de atrasos.

BRIGA

O motivo do choque entre os governadores era a forma como seria a divisão, entre os estados, de cerca de 11 bilhões de reais provenientes do leilão – um montante precioso em época de estagnação econômica para pagar despesas previdenciárias e fazer investimentos.

 PROPOSTA

O secretário de Avaliação e Planejamento do Ministério da Economia, Alexandre Manoel, afirmou que a proposta de reforma tributária do governo vai prever a revisão, até 2022, de cerca de R$ 100 bilhões concedidos por meio de subsídios (renúncias fiscais).A proposta deve ser enviada ao Congresso Nacional nas próximas semanas.

ECONOMIA

O mercado imobiliário se animou com redução dos juros e aumento da concorrência entre os bancos. Após o anúncio da Caixa Econômica Federal de uma taxa efetiva mínima para imóveis residenciais de 7,5% ao ano e máxima de 9,5% ao ano, mais a TR – a taxa referencial, – os agentes do ramo que projetam um bom cenário, especialmente para 2020

 

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