Na manhã desta terça-feira(27), o presidente Jair Bolsonaro disse  que pode reconsiderar decisão da véspera e aceitar a ajuda emergencial do G-7 caso o presidente da França, Emmanuel Macron, retire “insultos” contra ele e a ideia de que a internacionalização da Amazônia está “em aberto”. “Primeiramente, o seu Macron tem que retirar os insultos que fez a minha pessoa. Ele me chamou de mentiroso. E, depois, informaram, que a nossa soberania está em aberto na Amazônia. Para conversar ou aceitar qualquer coisa da França, que seja das melhores intenções possíveis, ele vai ter que retirar essas palavras e daí a gente pode conversar”, declarou Bolsonaro. “Primeiro, ele retira. Depois, oferece ajuda. Daí eu respondo”, reforçou.

Bolsonaro questionou até mesmo anúncio oficial feito pelo Palácio do Planalto com a recusa dos recursos do G-7 pelo Brasil. “Eu falei isso? Eu falei? O presidente Bolsonaro falou?”, reagiu. Indagado se ainda cogita receber a quantia, ele falou que a imprensa “vai ter uma surpresa hoje” na reunião que ele fará com governadores da região amazônica, no Palácio do Planalto, às 10h. “Tudo tem um preço. Eu disse há poucas semanas que estavam comprando à prestação a Amazônia. Vocês vão ter a resposta.”