Presidente do Congresso : Se fosse um deputado ou um senador no lugar de Moro, ele já estava cassado, preso e nem precisava provar se tinha hacker ou não. Confira outras informações na coluna JPM desta terça-feira (26)

COMENTÁRIO DURO
O ministro da justiça Sérgio Moro está  sendo severamente criticado  pelo  presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que  subiu o tom e argumenta que se as mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil forem “verdade”, o ministro Sérgio Moro”ultrapassou o limite ético” ao se relacionar com os procuradores da Operação Lava Jato enquanto era juiz do caso em Curitiba. “Se fosse um deputado ou um senador (no lugar de Moro), ele já estava cassado, preso e nem precisava provar se tinha hacker ou não.Em sendo verdade, são muito graves. Muito graves. Ultrapassou o limite ético. Não era para ter tido conversa naquele nível. Se isso for verdade, terá um impacto grande em relação a procedimentos”, afirmou o senador.
APOSTA
Mais calmo,  Alcolumbre disse em outro discurso, que pelo cálculos, os votos para aprovar a reforma da Previdência estão garantidos na Câmara e no Senado e que o processo todo deve ser concluído após o recesso parlamentar. A expectativa é que a Câmara finalize a sua parte antes das férias de julho, que começam dia 18.
BOLSONARO FORA

Enquanto isso, o  presidente Jair Bolsonaro embarca para Sevilha (Espanha), às 23h, na primeira escala da viagem a Osaka (Japão), onde participará da reunião de cúpula dos líderes do G20 (grupo das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia). O encontro ocorrerá na sexta-feira e no sábado (29).

 RECADO DO PLANALTO

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta terça-feira (25) que o chefe do Executivo irá vetar o ponto do projeto que dispõe sobre uma lista de tríplice de nomes de dirigentes de agências reguladoras. Segundo Barros, a Secretaria de Assuntos Jurídicos divulgará em “curto prazo” os detalhes técnicos do veto presidencial. “O presidente decidiu vetar essas questões relativas à lista tríplice apresentada ou formulada pelo Congresso”, disse.

OFICIAL

O Palácio do Planalto  também está informando  que não revogará o decreto assinado em maio que flexibiliza o porte de armas a 20 novas categorias antes que a constitucionalidade do texto seja totalmente avaliada pelo Congresso. A informação foi dada na manhã desta terça (25) pelo porta-voz do Planalto, general Otávio Rêgo Barros.

 

ARGUMENTO

Por meio do porta-voz, também ficou claro que o governo não revogará nem colocará nenhum empecilho para que a votação do decreto ocorra no Congresso”, afirmou Barros. “Há muito tempo o presidente afirma a posição que tem acerca da liberdade do cidadão sobre possuir uma arma de fogo para defesa pessoal”

AFINADOS

Integrantes do Congresso Nacional  comentam que a prioridade após a Previdência, porém, não é a reforma política. Afinados, eles estão  decidindo  criar uma comissão conjunta para tratar da reforma tributária. O colegiado tem a missão de acompanhar a discussão para acelerar o processo de votação.

 

PESQUISA

Levantamento mostra que 56,1% dos brasileiros que tomaram conhecimento dos vazamentos do site The Intercept acham que conversas do ex-juiz Sergio Moro com procuradores da Lava Jato não colocam em dúvida a operação.Apenas 38,1% acham que o conteúdo dos diálogos põe em cheque os resultados da Lava Jato. Outros 5,8% não responderam. O estudo é do Paraná Pesquisas e foi divulgado nesta 3ª feira (25)

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