MORO ENFRENTA SENADO: ‘Há movimento claro para anular condenações e impedir investigações’. Confira outras informações na coluna JPM desta quarta-feira(19)

 DENÚNCIAS

 

Para evitar mais especulações, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro , se ofereceu para ir voluntariamente até a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal ,  nesta quarta-feira (19),  para esclarecer  o vazamento da troca de mensagens  entre ele e o procurador Deltan Dallagnol.“Eu não tenho mais as mensagens para afirmar se são autênticas ou não. Tem coisas que eventualmente posso ter dito, mas outras me causam estranheza”, disse, acrescentando que, “mesmo que tenham coisas verdadeiras, elas podem ter sido total ou parcialmente adulteradas para caracterizar uma situação de escândalo que, no fundo, é inexistente.”

SENSACIONALISMO 

Moro criticou, diversas vezes, o “sensacionalismo sendo criado em cima dessas notícias”, mas disse que não pode afirmar se ele realmente digitou ou não o conteúdo daquelas conversas. O ministro afirma que parou de utilizar o aplicativo Telegram, do qual as mensagens foram supostamente copiadas, em 2017, e por isso elas não estão mais em seu celular.Mesmo alegando que as mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil podem ter sido alteradas,

MAIS UMA DEMISSÃO

Em um café da manhã com jornalistas, o presidente dos Correios, anunciou nesta quarta-feira (19) que sairá da presidência dos Correios.O chefe dos Correios havia criticado a entrega da empresa para a iniciativa privada. Além disso, tirou fotos com parlamentares de oposição e sindicalistas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados — e Bolsonaro não gostou

 

 

BATEU MARTELO

O presidente Jair Bolsonaro converteu em lei a medida provisória que reestruturou os ministérios de sua gestão.  O Coaf ficará mesmo na estrutura do Ministério da Economia, como definiu os parlamentares, assim como o registro sindical, que volta a ser uma área de competência da Economia.

NOVIDADE

O novo ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, disse que pretende buscar proximidade com o Congresso Nacional e ressaltou sua trajetória como assessor parlamentar do Exército. Ele é é general da ativa e estava à frente do Comando Militar do Sudeste.

DISPUTA NA PGR

Os procuradores Mário Bonsaglia, Luiza Frischeisen e Blal Dallou foram os três primeiros colocados e agora disputam a indicação do presidente Jair Bolsonaro ao comando da Procuradoria-Geral da República (PGR). O detalhe é que, correndo literalmente por fora da lista tríplice, e sem participar dos debates nos últimos 30 dias.

PODEROSA

Um dos nomes mais fortes é o da atual chefe do órgão, Raquel Dodge. Ela tem chances de ser a escolhida, pois o presidente pode ignorar o resultado da votação da categoria. Bolsonaro  já declarou que não necessariamente vai seguir as indicações dos integrantes do Ministério Público Federal (MPF) para a escolha de um novo Procurador-Geral da República. “Todos que estão dentro, fora da lista, tudo é possível. Eu vou seguir a Constituição”, declarou o presidente.

 

 

SEM ARMAS

O governo continua com dificuldade para criar uma base aliada e negociar seus projetos com o Congresso Nacional. A suspensão do decreto do presidente que facilitava o porte de armas  foi uma prova concreta da falta de articulação política. Mais uma vez, em vez de tentar dialogar e flexibilizar o projeto  com os parlamentares, os membros do governo adotaram a estratégia do embate com parlamentares e tentaram a aprovação de suas pautas por meio da pressão popular

ECONOMIA

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) alcançou 56,9 pontos em junho. A alta de 0,4 ponto em relação a maio interrompe uma série de quatro quedas consecutivas do indicador, que está 2,4 pontos acima da média histórica (54,5 pontos). As informações são da pesquisa divulgada hoje (19) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).Os indicadores do ICEI variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos indicam empresários confiantes.

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