PRESSÃO POLÍTICA :Congresso Nacional começa a votar pacote de maldades.Confira outras informações na coluna JPM desta quarta-feira(27) 

GOVERNO REFÉM

O governo afirmou que não pretende negociar com os partidos e os  parlamentares já demonstram estar Insatisfeitos com a decisão do presidente Jair Bolsonaro . Segundos fontes políticas, a ordem é  líderes é pressionar o Palácio do Planalto. Para isso , a ideia é lançar um “pacote de maldades” para deixar o Executivo refém do Congresso. A primeira medida foi aprovar na noite desta terça-feira, 26, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de 2015 que engessa o Orçamento.

 

NOTA DE MAIA

Temendo uma crise maior, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), divulgou nesta quarta-feira (27) uma nota sobre a aprovação da PEC do orçamento pelo parlamento. No texto, o deputado nega que a matéria seja uma medida política, em referência às análises que viram o movimento como um “recado para o governo”. Na nota divulgada nesta hoje, Maia afirma que o texto aprovado pela Comissão Especial no final de 2015 recebeu emendas de redação para garantir sua compatibilidade com o Teto de Gastos (Emenda Constitucional n. 96/2016), que não poderá ser ultrapassado. “É fundamental, ainda, esclarecer que a PEC não impede o governo de atuar no sentido de conter déficits, nem de realizar o contingenciamento de despesas quando necessário”, diz

DEFESA GOIANA

Por outro lado, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, após se reunir nesta manhã com Bolsonaro, no Palácio do Planalto se posicionou na defesa do governo e disse hoje (27) que, a partir da próxima semana, o presidente Jair Bolsonaro vai intensificar o trabalho na interlocução com a população e com o Congresso Nacional para dar celeridade às reformas propostas pelo governo, entre elas a reforma da Previdência.

 

OPINIÃO DE CAIADO

“O sentimento do presidente é que o ciclo de crise está terminando”, disse. “Ele não tem nenhuma dificuldade em poder fazer aquilo que durante 28 anos ele praticou, que é a convivência com parlamentares e disse que chamará todos os líderes e presidentes de partido para o diálogo. Ele sabe da importância do Congresso Nacional para a governabilidade”, afirmou Caiado.

 

PERSPECTIVA

A reforma da Previdência será votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara até 17 de abril, disse o presidente da comissão, deputado Felipe Francischini (PSL-PR). Acompanhado de deputados e líderes do partido, ele reuniu-se por uma hora e meia com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, para definir o posicionamento da legenda.

DECISÃO OFICIAL

Segundo a líder do Governo no Congresso Nacional, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), o presidente nacional do partido, Luciano Bivar, participou da reunião por teleconferência e assegurou o fechamento da legenda em torno da reforma. Ela disse que o partido fará uma declaração oficial amanhã (27) para anunciar a decisão.

LAVA JATO REFORÇADA

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge está informando que a  força-tarefa da Lava Jato no Rio vai ser reforçada com três novos procuradores, i Segundo ficou acertado, dois dos novos integrantes terão dedicação exclusiva à ação – o terceiro atuará parcialmente. Dodge  garante que o reforço atende a pedido da força-tarefa e amplia a capacidade de investigação da Procuradoria no Estado, onde são julgados desdobramentos importantes da Lava Jato. Envolvem corrupção em empresas estatais, como a Eletronuclear, desvios de verbas federais destinadas a obras no Estado desde 2007 e irregularidades na administração estadual do hoje MDB – antes, PMDB

 Diante das criticas  críticas de que o governo não está conseguindo lidar bem com a divulgação de questões importantes , o Palácio do Planalto  ja sializou que deve trocar a comunicação da Presidência da República, em meio a críticas de que o governo não está conseguindo lidar bem com a divulgação de questões importantes, em especial a reforma da Previdência.O nome mais cotado para a função é do empresário Fábio Wajngarten.

 

MAIS CRITICAS DA OAB
O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil Felipe Santa Cruz criticou nesta quarta-feira, 27, a proposta do presidente Jair Bolsonaro de estabelecer a comemoração do golpe de 31 de março de 1964. Em manifestação pública, Santa Cruz afirma que “comemorar a instalação de uma ditadura que fechou instituições democráticas e censurou a imprensa é querer dirigir olhando para o retrovisor, mirando uma estrada tenebrosa”
INFORMAÇÃO
Por meio de  dados  apresentados como uma espécie de balanço das primeiras ações em sua gestão no ministério, o ministro da Justiça , Sérgio Moro, em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado,  destacou o aumento de 525% no número de policiais federais que investigam políticos e demais autoridades com foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal. A ampliação foi de oito para 42 agentes que atuam no Serviço de Inquéritos Especiais da Polícia Federal, que investigam também senadores.Moro também destacou o reforço das forças-tarefas e equipes policiais da Lava Jato em Curitiba, no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília.

TESOURO NACIONAL

A Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – aumentou 1,71%, em termos nominais, em fevereiro, na comparação com janeiro deste ano, informou hoje (27) a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) do Ministério da Economia.O estoque da dívida passou de R$ 3,808 trilhões, em janeiro, para R$ 3,873 trilhões, no mês passado. O aumento ocorreu devido à emissão líquida (mais emissões do que resgates de títulos pelos investidores), no valor de R$ 36,04 bilhões, e pela apropriação positiva de juros (quando os juros da dívida são incorporados ao total mês a mês), no valor de R$ 29,48 bilhões.

 

FRASE DO DIA

“Valorizo as ideias de formação humanística a partir da leitura de obras literárias. As análises políticas, as brigas são outros quinhentos, não tomo conhecimento disso. Só me interessa resgatar a tradição humanística que não é uma proposta nova”, afirmou ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez.

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