CORRUPÇÃO: Lava Jato investiga pagamento de US$ 31 milhões em propinas na compra e venda de petróleo. Confira outras informações na coluna JPM desta quarta-feira (5)

SEM LIMITES

E o esquema de pagamento de propinas não acaba.Por meio da 57ª fase da Operação Lava Jato , seis pessoas foram presas, na manhã desta quarta-feira (5). Batizada de Operação Sem Limites, a ação da Polícia Federal investiga o pagamento de US$ 31 milhões em propinas a funcionários da Petrobras por empresas que atuam na compra e venda de petróleo e derivados em uma atividade conhecida como trading.

 

ENVOLVIDOS

Ao todo foram 11 mandados de prisão preventiva nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro, além de 26 mandados de busca e apreensão nos dois municípios, além de Petrópolis e Curitiba. Seis pessoas foram presas e quatro estão foragidas, elas foram inseridas na lista de procurados da Interpol. Um investigado não foi preso porque está hospitalizado.

COMPRA E VENDA

Entre as empresas, estão a Vitol, Trafigura e Glencore. Segundo as investigações, há suspeita de que, entre 2011 e 2014, elas fizeram pagamentos de propinas nos valores de US$ 5,1 milhões, US$ 6,1 milhões e US$ 4,1 milhões, respectivamente, “relacionadas a mais de 160 operações de compra e venda de derivados de petróleo e aluguel de tanques para estocagem”.

Prêmio CNA Agro Brasil

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, ressaltou a honra de receber a distinção da CNA. “É a maior honraria da agricultura brasileira. É quase como se fosse o Oscar para nós. Termino esse período com o sentimento de dever cumprido, de saber que pude contribuir com a agricultura e a pecuária brasileira e deixá-la melhor que quando eu assumi”, afirmou.

 

 

 

PRESIDENTE SOLITÁRIO

O presidente Michel Temer está se sentindo sozinho > Faltando menos de um mês para passar o bastão a Jair Bolsonaro , ele disse, em Brasília, que quando o governo de um mandatário está na reta final, “Quando o governo começa a acabar, ninguém mais te procura. A história do café frio é uma verdade absoluta”, afirmou Temer, que disse, em tom de brincadeira, que no seu gabinete o café ainda é servido quente”.

 

AGENDA BOLSONARO

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, permanece em Brasília nesta quarta-feira (5). De manhã, ele teve reuniões com autoridades na Granja do Torto e no Quartel-General do Exército, no Setor Militar Urbano (SMU). À tarde, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), se reúne com equipe de transição e com as bancadas do PR e do PSDB.”.

NOVO GOVERNO

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, afirmou que, se forem encontradas irregularidades na investigação aberta contra o futuro ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, o auxiliar do presidente eleito terá de deixar o futuro governo.

 

AUXILIO -MORADIA

Ministro Dias Toffolli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Dias Toffoli, disse hoje , que pode pautar ainda este ano no CNJ o procedimento sobre auxílio-moradia de magistrados. Questionado sobre a data, Toffoli respondeu que “provavelmente” na sessão do dia 18.O ministro ainda comentou que já foram iniciados os estudos para que o conselho possa para dar cumprimento à decisão do ministro Luiz Fux, que, no último dia 26, determinou que o CNJ e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) regulamentem eventuais casos de recebimento do benefício.

ESTATAIS SEM POLÍTICOS

Em tom decisivo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), anunciou que vai derrubar de ofício as alterações feitas pela Câmara em um projeto permitindo a nomeação de políticos em estatais sem o período de quarentena de 36 meses.A possibilidade de nomeação de políticos e seus parentes foi incluída em projeto que regulamenta as agências como Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).”A Lei das Estatais foi incorporada nesta matéria inadequadamente. Cabe à Mesa, de ofício, analisando o projeto, retirar. No meu entendimento, a Lei das Estatais nada tem a ver com as agências”, afirmou Eunício.

FRASE DO DIA

“A questão da fiscalização do trabalho ao meu ver perde força e articulação à medida que passa para o Ministério da JustiçaPor mais eficiente que o Ministério da Justiça deva ser, especialmente nos focos que foram eleitos pelo novo ministro [Sergio Moro] como lavagem de dinheiro e crime organizado, a fiscalização do trabalho tem uma característica própria”, disse o presidente da Anamatra (Associação dos Juízes Trabalhistas), Guilherme Feliciano

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