CNI elege nova diretoria e MT tem o maior número de representantes

 

 

Da Redação

Nesta quarta-feira (8) foi eleita  por unanimidade  a nova diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que toma posse em outubro e conta com três industriais de Mato Grosso: Jandir Milan, Gustavo Oliveira e Alexandre Furlan. Com isso, Mato Grosso se torna o estado com o maior número de representantes na nova diretoria da entidade, um número inédito até então.

Com a eleição ocorrida hoje , a chapa de consenso assume a liderança pelos próximos quatro anos, sob a presidência de Robson Braga de Andrade – e três empresários de Mato Grosso compõem a nova diretoria, um número de representantes inédito até então. A eleição foi unânime, com os votos de todas as 27 federações.

 

O atual presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan, assume uma vice-presidência da CNI. Além dele, o atual primeiro vice-presidente da Fiemt, Gustavo Oliveira, está eleito como diretor da Confederação, enquanto o empresário Alexandre Furlan assume a vaga de 3º diretor financeiro.

 

“Essa composição é reflexo do prestígio que a Fiemt conquistou junto ao Sistema Indústria, em seus 43 anos de história”, afirma o presidente reeleito da CNI, Robson Braga. “A equipe de Mato Grosso é sempre destaque em diversas ações da CNI, principalmente nas iniciativas de apoio aos sindicatos empresariais na busca por novos associados e também no modelo de gestão, que levou o Senai Mato Grosso, por exemplo, a estar entre os melhores do país nos últimos sete anos”, pontua.

 

Jandir Milan lembra que a representação em Brasília fortalece a indústria mato-grossense, pela proximidade com o centro das grandes decisões do país. “É em Brasília que as principais decisões acontecem e, se precisamos lutar pela industrialização de Mato Grosso, devemos atuar também na capital federal”, defende.

 

Gustavo Oliveira concorda com a avaliação e destaca que “é uma honra ter sido convidado a compor a chapa. A cada novo desafio, aumenta a responsabilidade, mas também aumenta a vontade de trabalhar mais pela indústria de Mato Grosso e do Brasil”.

 

Alexandre Furlan enfatiza a importância da CNI no contexto da representação empresarial brasileira, “por ser uma voz determinante nas políticas desenvolvimentistas do país. Fazem parte de nossa agenda diária questões de infraestrutura, relações do trabalho, meio ambiente, tributárias, regulatórias e outras tantas. E Mato Grosso tem participação ativa e constante nesse processo”.

A nova diretoria da CNI é composta por 39 membros e toma posse em outubro, para um mandato de quatro anos.