Nuzman e ex-diretor de Comitê Olímpico são presos pela Polícia Federal

 

O presidente do Comitê Olímpico do Brasil e do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman foi preso temporariamente pela Polícia Federal nesta quinta-feira (5/10) em nova ação durante a investigação sobre compra de votos para a escolha do Rio de Janeiro pelo Comitê Olímpico Internacional como sede das Olimpíadas de 2016. A Operação Unfair Play – Segundo Tempo, desdobramento da Operação Lava-Jato no Rio, é realizada em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF). Além de Nuzman, o ex-diretor de marketing e comunicação da entidade, Leonardo Gryner, também foi alvo de mandado de prisão.

Presidente do comitê há 22 anos, Nuzman foi preso em casa, no Leblon. Ele é suspeito de participação direta na compra de votos de integrantes do Comitê Olímpíco Internacional (COI) para a eleição do Rio como sede da Olimpíada de 2016. Há um mês, o juiz federal Marcelo Bretas decretou o bloqueio de R$ 1 bilhão de Nuzman e dos empresários Arthur Soares e Eliane Cavalcante.

Com informações do Correio Braziliense.