Turismo de pesca está crescendo

Em agosto, o site AirBnb divulgou um relatório mostrando que existe uma mudança na tendência de comportamento de quem viaja no Brasil. O estudo aponta o crescimento de um turismo mais ecológico e menos acelerado, fora dos centros urbanos.

Dentro desse universo, o turismo de pesca esportiva também se destaca e vem crescendo a cada ano. Parte desse sucesso é resultado do trabalho das agências de viagens especializadas, pousadas e barcos hotéis, que têm acreditado e investido muito em estrutura, proporcionando cada vez mais conforto para os pescadores.

De acordo com Augusto Mergulhão, proprietário da agência de turismo especializada em pesca esportiva Capital Fishing, o público jovem é grande, mas não é o principal. “A faixa etária média dos pescadores esportivos está entre 40 e 60 anos, em sua maioria homens, servidores públicos, empresários, advogados e aposentados”, revela.

Investimento não é baixo

Para quem se interessou e está querendo experimentar a pescaria, prepare-se, o esporte não é muito barato. Augusto conta que, geralmente, a pesca reúne pessoas com alto poder aquisitivo. “Os pacotes variam normalmente entre R$ 3 mil a R$ 7 mil (por pessoa) para uma média de cinco dias de pesca – a depender muito do destino. Nestes valores as passagens aéreas são sempre a parte”, diz.

No entanto, outros serviços estão inclusos como: hospedagem, alimentação, barco, piloteiro, gasolina, bebidas (alcoólicas e não alcoólicas) e petiscos. Os materiais de pesca também são de responsabilidade do pescador. Obviamente, os apetrechos de muita qualidade são mais caros. Boas carretilhas e molinetes, por exemplo, podem variar de R$ 500 a R$ 3 mil. Varas de R$ 200 a R$ 1.500. Mas também é possível alugar os utensílios em alguns lugares.

Informações Metrópoles.

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