O presidente `vai ser o Janot`, diz delator dono da JBS

“Não vai ser a Cármen Lúcia que vai ser presidente não”, diz Ricardo Saud, um dos delatores da J&F/JBS. “Não. Vai ser o Janot, vai ser o Ministério Público”, concorda Joesley Batista, outro delator e um dos donos do grupo.
O trecho consta em um dos áudios entregues pelos próprios delatores ao Ministério Público Federal, que é chefiado por Rodrigo Janot, como parte do super-acordo de delação premiada que garantiu a todos os executivos da JBS liberdade da prisão, e divulgados nesta terça-feira pela revista Veja.

Ao discutir a estratégia de negociações para garantir um bom acordo de delação, como quem deveriam gravar, ou “entregar”, Joesley e Saud dão gargalhadas e trocam anedotas, além de mencionar o plano específico de “entregar o Judiciário e o Executivo” já que a “Odebrecht já moeu o Legislativo”. “Nós vamo moer (sic)”, garante.

Com informações do Diário do Poder.

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