Câmara deve aprovar hoje alteração no regime previdenciário do DF

Dez dias após chegar à Câmara Legislativa, o projeto que altera o regime previdenciário do Distrito Federal deve ser aprovado, hoje (5), pelos distritais. O governo garante ter os votos necessários para emplacar a proposição que une os dois fundos que reúnem as contribuições de servidores e cria o regime complementar — prova disso é que a base aliada conseguiu, por oito votos a três, inseri-la em pauta durante a reunião de ontem do colégio de líderes. A votação está marcada para as 15h e deve se estender até a noite.

Nos corredores da Casa, a base governista alega ter 14 votos favoráveis ao projeto, cuja aprovação renderia uma economia de R$ 170 milhões por mês ao Executivo local. Mas alguns dos nomes previstos na lista preferem não se posicionar publicamente sobre o tema, como Bispo Renato Andrade (PR) e Liliane Roriz (PTB). Ambos estarão em plenário hoje e dizem que a proposta ainda está sob análise. Do lado contrário, há nove votos desfavoráveis à proposição. Amparada por atestado médico em razão da gravidez, Sandra Faraj (SD) não deve comparecer à sessão (veja Placar).

O Palácio do Buriti defende que a aprovação da proposta é a única alternativa para tirar os cofres do vermelho — as contas fechariam com a compensação entre os dois fundos que compõem a previdência da capital. O caixa financeiro garante os repasses aos aposentados que ingressaram no serviço público até o fim de 2006 e fechará o ano com um deficit de R$ 3,4 bilhões, segundo o GDF.

Com informações do Correio Braziliense.

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