Os 118 anos de Campo Grande, a Cidade Morena!

O solo avermelhado e o clima quente renderam à aniversariante deste sábado (26) o apelido de “Cidade Morena”. De origem e tradição agropecuária, a diversidade de raças – dos nativos aos imigrantes europeus, árabes e orientais – é uma das características de Campo Grande, situada no encontro dos córregos Prosa e Segredo, atual Horto Florestal, um dos atrativos mais visitados.

À identidade cultural local, indígena e sertaneja, somaram-se as influências externas. O prato típico local, por exemplo, é o sobá, uma espécie de macarronada suculenta com tiras de carne originária da Ilha de Okinawa, no Japão. Os restaurantes de sobá, em Campo Grande, chegaram com os imigrantes, em 1908. Atualmente, a comida oriental é servida até na Feira Central da capital.

Os peixes nobres como pacu, dourado e pintado resultam em uma culinária rica e exótica em temperos e sabores. Os pratos da tradição rural e indígena como o churrasco com mandioca, arroz carreteiro e galinhada completam a variação do cardápio regional, além do mate gelado (tereré), sucos e doces de frutas típicas do cerrado. Também é possível degustar pratos de influência da fronteira do Paraguai e Bolívia como a chipa, a saltenha e a sopa paraguaia.

Já o artesanato mais representativo está na cerâmica, cestaria e tecelagem, além de peças rústicas e utilitárias da produção indígena Kadiwéu e Terena, rica em adornos e fibras. O Parque das Nações Indígenas abriga o centro administrativo do estado, onde fica o principal monumento dedicado aos povos indígenas. Na Casa do Artesão o turista pode encontrar réplicas da diversificada fauna do Pantanal como esculturas de garças e onças, entre outros bichos.

Com informações do Ministério do Turismo.

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